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Amazônia teve alta de mais de 100% nas emissões de gás carbônico

Dados da Nature apontam aumento de 122% nas emissões de CO2 em 2019 e 2020

Os anos de 2019 e 2020 não foram muito bons com o bioma. Uma pesquisa do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mostra que durante esses anos, houve aumento de 122% nas emissões de CO2, aumento de 80% no desmatamento e aumento de 42% nas áreas queimadas.

O estudo liderado pela pesquisadora do Inep, Lucian Gatti, mostra que a principal causa desse aumento foi o afrouxamento das leis de preservação realizadas durante os primeiros anos do governo Bolsonaro, que desencadearam mais desmatamento e plantações ilegais.

Para essas conclusões, a pesquisa comparou a média das emissões de CO2 no período de 2010 a 2018, período das gestões de Dilma Rousseff e de Michel Temer, com a média de 2019 e 2020, início da gestão Bolsonaro.

Além do aumento nas emissões de CO2, desmatamento e queimadas, também houve alta de 693% na exportação de madeira bruta saindo da Amazônia, aumento de 68% na área plantada de soja, aumento de 58% na área plantada de milho e aumento do rebanho bovino de 13% dentro da Amazônia, enquanto diminuiu no resto do Brasil.

As áreas queimadas e desmatadas ainda foram usadas para plantações ilegais de soja, milho e pasto para a criação de gado. Os itens estão entre as commodities que tiveram alta na exportação no período.

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