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Ansiedade é normal? 

Como diferenciar a ansiedade normal da ansiedade prejudicial?

É natural ter alguns sintomas físicos quando estamos muito preocupados, como perda de sono, aumento ou diminuição no apetite, palpitações, entre outros. 

Neste caso, os sintomas somem assim quando a preocupação e a ansiedade acabam. 

No entanto, quando a ansiedade deixa de ser temporária e começa a atrapalhar diversos âmbitos da vida do indivíduo, ela começa a ser patológica.

O que é ansiedade? 

A ansiedade é uma resposta comum a diversas situações do cotidiano, como falar em público, aguardar datas importantes, enfrentar entrevistas de emprego, períodos de avaliação, exames médicos e outras.

No entanto, para algumas pessoas, essa reação pode ocorrer com mais frequência e intensidade, indicando um estado patológico que afeta sua saúde emocional. Historicamente, conforme as sociedades se desenvolveram economicamente e socialmente, os espaços urbanos nos protegem cada vez mais de riscos e ameaças.

 Porém, o mecanismo de defesa da ansiedade continua a ser ativado diante do desconhecido ou de situações surpreendentes.

Tipos de ansiedade: normal e patológica

Existem dois tipos de ansiedade: 

A normal, que possui uma causa aparente, é breve e pode ser controlada sem grande esforço, e a patológica, que se manifesta de forma recorrente e intensa, muitas vezes acompanhada por pensamentos intrusivos e negativos. 

Esse estado constante de alerta pode desencadear crises de ansiedade, caracterizadas por sintomas físicos como sudorese, tremores, palpitações, falta de ar, taquicardia, euforia e irritabilidade.

 A ansiedade patológica pode resultar em problemas de saúde a longo prazo, incluindo doenças psicossomáticas e até transtornos depressivos.

Como controlar a ansiedade? 

O controle da ansiedade pode ser alcançado através da identificação dos gatilhos emocionais, muitas vezes realizada com a ajuda da psicoterapia. Esses gatilhos podem ser evidentes, como o consumo excessivo de substâncias como cafeína, álcool ou tabaco, ou podem ser mais sutis, como questões financeiras ou profissionais. 

Qualquer pessoa, independentemente da idade ou sexo, pode ser afetada pela ansiedade, inclusive crianças, cujos sinais podem se manifestar por meio de birras ou choro, especialmente quando ainda não conseguem expressar claramente seus sentimentos. 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, estima-se que 264 milhões de pessoas em todo o mundo sofram de ansiedade, sendo mais prevalente no sexo feminino, embora também afete os homens.

 É fundamental estar atento aos sinais de ansiedade em todas as faixas etárias, especialmente nas crianças, para oferecer o apoio necessário.