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As famílias como as conhecemos estão em declínio

Até 2100 o número de familiares que uma pessoa terá será radicalmente diminuído, é o que aponta um estudo da Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

A pesquisa conduzida através das Perspectivas da População Mundial das Nações Unidas, segundo as projeções populacionais oficiais da organização para 237 países, indicam que até o final deste século, o crescimento populacional da humanidade na Terra termine.

O estudo elaborou estimativas com relação ao número e tipo de parentes uma pessoa pode ter quando criança, aos 35 anos, e aos 65 anos no ano de 1950, hoje e em 2100 e constatou a mudança na estrutura da família.

De acordo com os pesquisadores, em 1950, uma mulher de 65 anos tinha cerca de 41 familiares vivos, enquanto uma mulher de 2100 terá apenas 25 parentes.

Além disso, as famílias devem se tornar mais “verticais” do que “horizontais”, ou seja, serão compostas por muito menos primos e irmãos e por um pouco mais de bisnetos e bisavós. “Na Itália, por exemplo, espera-se que a idade média da avó de uma mulher de 35 anos aumente de 77,9 anos em 1950 para 87,7 anos em 2095”, revelaram os autores.

Como consequência disso, a pesquisa prevê que os adultos de meia-idade sofram mais pressão por terem filhos mais tarde e terem que cuidar de parentes idosos por mais tempo e até mesmo ao mesmo tempo, gerando um aumento na diferença de gerações.

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