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Entenda a briga judicial de Megan Thee Stallion e Tory Lanez

Depois de longas semanas de julgamento sobre o suposto caso em que Tory Lanez teria atirado em Megan Thee Stallion, a promotoria, bem como advogados de defesa e acusação deram seus argumentos finais na últimas horas desta quinta-feira (22). No entanto, o destino do acusado está nas mãos do júri e será decidido em uma audiência prevista para acontecer nesta sexta-feira (23).

Nas últimas semanas, a promotoria e os advogados de Megan Thee Stallion e Tory Lanez, travaram uma grande batalha no tribunal para discutir o suposto caso de agressão que aconteceu em julho de 2020. A voz de “Traumazine”, bem como diversas testemunhas prestaram depoimento durante as audiências.

Vale destacar que até o momento, Lanez não prestou nenhum depoimento no tribunal. De acordo com a Rolling Stone norte-americana, a promotoria voltou a defender Megan. “Tory Lanez  e seu “ego enorme” não aguentaram ser desrespeitados e abandonados por Megan Thee Stallion em uma calçada da Califórnia há dois anos, então ele abriu fogo com uma pistola semiautomática, atingiu Megan em ambos os pés e então começou a “manipulá-la” para silêncio”, contou uma promotora em seu argumento final.

No entanto, o advogado de defesa de Lanez, por sua vez, usou seu último discurso aos jurados para desafiar a credibilidade de Megan. Ele também tentou convencer as autoridades de que a falta de DNA ligando ao acusado de forma conclusiva à arma 9 mm encontrada no veículo, é suficiente para absolver o cantor com base nesta dúvida.

Ainda segundo a RS, depois de ouvir as falas finais, um júri formado por cinco homens e sete mulheres deliberou mais uma audiência por três horas nesta quinta-feira e concordou em retomar nesta sexta. A intenção é que o processo seja encerrado antes do fim de semana do Natal.

Tory Lanez se declarou inocente do crime de agressão com arma de fogo; esconder uma arma carregada e não registrada em um veículo; e disparar uma arma de fogo com negligência grosseira. Vale destacar que ele pode pegar até 22 anos de prisão e deportação para o Canadá se for condenado pelas acusações.

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