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O gliter é inimigo do meio ambiente! Confira alternativas sustentáveis

Época de carnaval chegando, pessoal se preparando, todo mundo comprando maquiagem brilhosa, purpurina, gliter. Esses pontinhos cintilantes estão em todo lugar. Papel de embrulho, decorações de festas, cartões comemorativos e até cosméticos. 

Essa purpurina é feita principalmente à base de plástico. Por conta de seu tamanho bem pequenino, as partículas de gliter são consideradas microplásticos, uma importante fonte de poluição do oceano, do ar e do solo. 

Ele é feito de folhas de cloreto de polivinila (PVC) e tereftalato de polietileno (PET), o mesmo plástico encontrado em garrafas de água, o plástico é metalizado em ambos os lados pela aplicação de camadas ultrafinas de alumínio que dão ao gliter sua cor e fator de brilho. Muitos tipos de gliters têm uma terceira camada fina de acrilato de estireno, outro plástico.

Devido ao seu tamanho e tendência a gerar aderência estática, o brilho se torna muito difícil de limpar, é quase impossível se livrar de todas as partículas brilhantes. Esses microplásticos podem levar centenas de anos para se decompor, ou seja, todo o gliter já feito ainda existe em sua forma origina

A maior parte do fragmento eventualmente acaba no oceano por meio das águas residuais geradas em nossas casas e do escoamento de aterros sanitários. Organismos marinhos como peixes comem os pequenos pedaços de plástico porque não conseguem distinguir os minúsculos pedaços sintéticos de seu suprimento natural de alimento, tornando o microplástico um dos poluentes mais prolíficos e intratáveis ​​do mundo.

À medida que esses plásticos se bioacumulam na cadeia alimentar, eles acabam sendo consumidos pelos seres humanos principalmente por meio da água e de frutos do mar.

Como a forma mais abundante de resíduo sólido em todo o mundo, os microplásticos à base de petróleo ameaçam o bem-estar ecológico e biológico dos ecossistemas aquáticos, danificam rios, mares e oceanos.

Alternativa Sustentável:

Para reduzir a exposição e contribuição à poluição microplástica, é necessário abster-se de purpurina e outros plásticos descartáveis. Ou substituir por brilhos biodegradáveis, um tipo recém criado de gliter feito de fibras à base de plantas, com celulose regenerada modificada. 

Assim como o glitter tradicional à base de plástico, a celulose é metalizada com uma fina camada de alumínio ou outros pigmentos minerais que dão brilho e tonalidade ao gliter. Infelizmente, alguns glitters biodegradáveis ​​ainda contêm uma fina camada de acrilato de estireno. 

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