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Perfeccionismo: defeito ou qualidade?

Image by KamranAydinov on Freepik

Imagem: Freepik

Hoje (17) no Café com Blink foi abordado o seguinte questionamento: perfeccionismo, é uma qualidade ou um defeito?

Durante muito tempo, o perfeccionismo foi debatido se era uma qualidade ou um defeito. No entanto, ao longo das décadas, a compreensão do perfeccionismo evoluiu, e agora é reconhecido que existem duas formas principais: o perfeccionismo positivo, adaptativo ou normal, e o perfeccionismo negativo, desadaptativo ou patológico.

O perfeccionismo positivo é considerado uma qualidade porque ajuda o indivíduo a alcançar seus objetivos pessoais de maneira eficaz. Ele envolve a definição de altos padrões de desempenho, mas de uma maneira realista e sem comprometer a saúde mental. Por outro lado, o perfeccionismo negativo é visto como um defeito, pois causa significativo sofrimento ao indivíduo e pode até atrapalhar a realização dos seus objetivos pessoais. Este tipo de perfeccionismo está associado a uma autocrítica intensa, ansiedade e dificuldade em lidar com falhas.

Além disso, o perfeccionismo pode ser direcionado tanto internamente quanto externamente. O perfeccionismo auto-orientado se manifesta quando o indivíduo impõe a si mesmo padrões elevados e críticas severas. Quando patológico, pode levar a sintomas depressivos e ansiosos. Já o perfeccionismo orientado para os outros ocorre quando o indivíduo impõe padrões irrealistas aos outros ao seu redor, o que pode resultar em comportamentos punitivos e hostis quando esses padrões não são cumpridos. Este tipo de perfeccionismo pode prejudicar gravemente as relações interpessoais.

Por fim, o perfeccionismo socialmente prescrito surge quando o indivíduo sente que está sob expectativas impossíveis de serem alcançadas pelos outros e teme ser avaliado de forma rigorosa. Esse tipo de perfeccionismo é cada vez mais comum em sociedades onde o erro é severamente penalizado e a pressão por perfeição é intensa.

Em resumo, entender a natureza do perfeccionismo é crucial para determinar se ele é benéfico ou prejudicial para o indivíduo. Enquanto o perfeccionismo positivo pode ser uma qualidade valiosa, o perfeccionismo negativo pode ser extremamente prejudicial e requer atenção psicológica para ser tratado de maneira saudável.

Durante muito tempo, o perfeccionismo foi debatido se era uma qualidade ou um defeito. No entanto, ao longo das décadas, a compreensão do perfeccionismo evoluiu, e agora é reconhecido que existem duas formas principais: o perfeccionismo positivo, adaptativo ou normal, e o perfeccionismo negativo, desadaptativo ou patológico.

O perfeccionismo positivo é considerado uma qualidade porque ajuda o indivíduo a alcançar seus objetivos pessoais de maneira eficaz. Ele envolve a definição de altos padrões de desempenho, mas de uma maneira realista e sem comprometer a saúde mental. Por outro lado, o perfeccionismo negativo é visto como um defeito, pois causa significativo sofrimento ao indivíduo e pode até atrapalhar a realização dos seus objetivos pessoais. Este tipo de perfeccionismo está associado a uma autocrítica intensa, ansiedade e dificuldade em lidar com falhas.

Além disso, o perfeccionismo pode ser direcionado tanto internamente quanto externamente. O perfeccionismo auto-orientado se manifesta quando o indivíduo impõe a si mesmo padrões elevados e críticas severas. Quando patológico, pode levar a sintomas depressivos e ansiosos. Já o perfeccionismo orientado para os outros ocorre quando o indivíduo impõe padrões irrealistas aos outros ao seu redor, o que pode resultar em comportamentos punitivos e hostis quando esses padrões não são cumpridos. Este tipo de perfeccionismo pode prejudicar gravemente as relações interpessoais.

Por fim, o perfeccionismo socialmente prescrito surge quando o indivíduo sente que está sob expectativas impossíveis de serem alcançadas pelos outros e teme ser avaliado de forma rigorosa. Esse tipo de perfeccionismo é cada vez mais comum em sociedades onde o erro é severamente penalizado e a pressão por perfeição é intensa.

Em resumo, entender a natureza do perfeccionismo é crucial para determinar se ele é benéfico ou prejudicial para o indivíduo. Enquanto o perfeccionismo positivo pode ser uma qualidade valiosa, o perfeccionismo negativo pode ser extremamente prejudicial e requer atenção psicológica para ser tratado de maneira saudável