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The Last of Us: Série aposta em caminho independente e emociona fãs

A adaptação do jogo ‘The Last of Us’ começou a trilhar um caminho mais independente, se desprendendo da origem e aprofundando em assuntos pouco abordados nos games. O terceiro episódio, que foi ao ar no último domingo (29), expandiu na história de um personagem amado pelo público e explicou um pouco mais sobre o fungo que dominou a humanidade.

Com um capítulo quase inteiro de conteúdo inédito, temos a introdução de Bill, um antigo amigo de Joel e Tess e um rosto já conhecido pelos fãs, de uma forma completamente inesperada. O capítulo se foca em desenvolver o arco dele até os dias atuais, começando em 2003, e traça um caminho muito diferente do jogo.

No episódio de 80 minutos, Craig Mazin, roteirista e diretor desse episódio, optou por uma humanização extrema do que seriam NPCs passageiro, atores coadjuvantes, e transformou o terceiro capítulo em uma verdadeira obra-prima: uma história de amor em meio ao apocalipse.

Diferente do jogo, a sexualidade de Bill e sua relação com outo personagem, Frank, é explicita, sem deixar dúvidas do amor entres os dois. E quebra paradigmas do cinema para relacionamentos homoafetivos, com um final que, ainda que trágico, consegue ser um desfecho feliz de duas pessoas que se amaram imensamente.

A história não se atem completamente ao jogo tão amado pela comunidade gamer, e com isso consegue desenvolver uma das melhores histórias de zumbi televisionadas. Agora fãs estão histéricos esperando pelo resto da temporada, já que não sabem o que esperar dos próximos capítulos.

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