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Vaginite Canina, entenda sobre

Foto: .canva.com

Vaginite Canina: Entenda Tudo Sobre a Inflamação em Cadelas

O que é Vaginite Canina?

A vaginite canina é uma inflamação na mucosa vaginal que pode afetar cadeias de qualquer raça, idade ou estado reprodutivo, incluindo tanto as castradas quanto as não castradas. Esta condição pode se manifestar como vulvite (inflamação da vulva) e é desencadeada por diversos fatores, infecciosos ou não.

Causas da Vulvovaginite Canina

As causas da vulvovaginite variam e incluem imaturidade do sistema reprodutivo, reações hormonais, irritações por substâncias ou objetos e alterações na estrutura física. Problemas hormonais, infecções por bactérias, fungos ou vírus, e mudanças pós-parto também podem desencadear a vaginite canina.

Sintomas da Vaginite Canina

Foto: .canva.com

Os sinais de vulvovaginite canina incluem:

  • Corrimento vaginal : variação na cor e consistência do corrimento.
  • Lambedura excessiva : atenção intensa na região da vulva.
  • Umidade nas partes íntimas : área genital frequentemente úmida, com pelos aglutinados.
  • Coceira : desconforto e necessidade de coçar a região genital.
  • Vermelhidão : área ao redor da vulva avermelhada.
  • Edema : inchaço evidente na vulva.
  • Feridas : presença de lesões na área genital.
  • Sintomas sistêmicos (em casos graves) : febre, perda de apetite, aumento da sede e da frequência urinária, apatia, dor ao urinar, urina com sangue.

Estes sintomas estão focados na atenção veterinária para um diagnóstico e tratamento adequado.

Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico precoce é essencial e deve ser realizado por um veterinário através de exames como citologia vaginal e vaginoscopia. O tratamento geralmente envolve higienização da área afetada, uso de pomadas específicas e, se necessário, antibioticoterapia.

Como Evitar Vaginite Canina

A prevenção da vaginite canina inclui cuidados básicos como higiene regular, alimentação balanceada, acasalamento responsável e consultas veterinárias periódicas. Estas medidas simples podem reduzir o risco de desenvolvimento da doença, garantindo a saúde e o bem-estar das cadeias.

Fonte: PetAnjo.