Farmácia Viva reforça uso sustentável de plantas medicinais em MS

(Foto: Divulgação/MS GOV)

O projeto Farmácia Viva MS avança em mais uma etapa com a abertura de um edital para a compra de equipamentos laboratoriais. A iniciativa, conduzida pela Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura (Fapec), prevê um investimento de R$ 53 mil para fortalecer a estrutura voltada à produção de plantas medicinais no estado.

A licitação será realizada na modalidade de pregão eletrônico, com data marcada para o dia 22 de abril. Os equipamentos adquiridos serão destinados à unidade instalada na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), onde funciona o laboratório do projeto.

Entre os itens previstos estão estufa de esterilização e secagem, estereomicroscópio, balança de precisão e banho ultratermostático. Também fazem parte da lista equipamentos como centrífuga, capela de exaustão, pHmetro e termohigrômetro, todos essenciais para o processamento e análise de materiais vegetais.

O objetivo do Farmácia Viva MS é estruturar todas as etapas necessárias para a produção de medicamentos fitoterápicos no futuro. No momento, o projeto ainda está em fase inicial, com foco no cultivo, manejo e secagem das plantas medicinais. A produção de medicamentos propriamente dita ainda não começou, pois depende de etapas regulatórias, como a obtenção do alvará sanitário.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, os equipamentos fazem parte de um planejamento dividido por fases. A primeira envolve a produção vegetal, seguida pelo processamento e, posteriormente, pela fabricação das formas farmacêuticas e controle de qualidade.

Os materiais adquiridos deverão ser entregues em até 60 dias após a autorização de compra, e o contrato terá vigência de 90 dias. Os recursos utilizados são provenientes de convênio firmado para apoiar o desenvolvimento do projeto.

Com essa nova etapa, o Farmácia Viva MS se aproxima de seu objetivo principal: ampliar o acesso a medicamentos à base de plantas e fortalecer práticas de saúde mais sustentáveis, integrando conhecimento científico e uso tradicional de recursos naturais.

Com informações de Campo Grande News

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