Whey Protein: entenda como o suplemento pode ajudar (ou prejudicar) sua dieta
As vendas de suplementos proteicos estão em alta no Brasil. Dados da Associação Brasileira de Alimentos para Fins Especiais (ABIAD) mostram que o consumo aparente de produtos para fins especiais cresceu 11,5% no primeiro trimestre de 2025, impulsionado principalmente por proteínas e vitaminas. Um levantamento da Interplayers também aponta aumento de 37% nas unidades vendidas de suplementos entre março de 2024 e fevereiro de 2025.
O destaque vai para o whey protein, suplemento bastante conhecido no mundo fitness, mas que nem sempre é usado da forma correta. Para esclarecer dúvidas, o Café com Blink conversou com o médico Danilo Almeida, especialista em Nutrologia, área da medicina que estuda a relação entre alimentação e saúde.
Segundo o especialista, o whey protein não é exclusivo para quem pratica atividade física intensa. “É uma proteína de altíssima qualidade, de fácil digestão e excelente absorção, podendo ser utilizada por idosos, pessoas com dificuldades de se alimentar bem, pacientes em recuperação ou até quem está emagrecendo e precisa manter a massa magra”, explica.
No entanto, o uso inadequado do suplemento pode trazer riscos. O excesso de proteína, seja pela dieta ou pelo whey, pode sobrecarregar órgãos como fígado e rins, especialmente em pessoas com problemas pré-existentes. Além disso, substituições de refeições, intolerâncias ou alergias ao leite podem causar efeitos adversos.

“É importante lembrar que nenhum suplemento faz milagres sozinho. Ele funciona como coadjuvante dentro de um plano alimentar completo, com treino adequado, sono de qualidade e acompanhamento profissional”, alerta Danilo Almeida.
Para mais informações, siga o médico no Instagram: @drdaniloa
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