MS se destaca em áreas particulares de conservação no Brasil

Foto: Divulgação/IHP

Mato Grosso do Sul está entre os estados com mais áreas particulares de conservação do país. O dado aparece em relatório apresentado durante a COP15, evento internacional que acontece nesta semana em Campo Grande.

Nesse tipo de preservação, a iniciativa privada cria áreas protegidas chamadas de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs). Nesse ranking, o estado ocupa a segunda posição no Brasil, mostrando forte participação de proprietários rurais na conservação ambiental.

Apesar do bom desempenho nas áreas particulares de conservação, o estado ainda enfrenta desafios quando se trata de unidades de conservação públicas.

Segundo o relatório, Mato Grosso do Sul tem menos de 1% das unidades de conservação do país e protege apenas uma pequena parte do seu território com áreas públicas.

O estudo aponta que ampliar essas áreas, principalmente no Pantanal, é uma prioridade para fortalecer a preservação da biodiversidade.

Pantanal é prioridade nas áreas particulares de conservação

O Pantanal é um dos principais focos das discussões. Atualmente, as áreas protegidas públicas ocupam cerca de 4,68% do bioma na região.

Já as reservas particulares somam uma área ainda maior, com mais unidades criadas pela iniciativa privada do que pelo poder público.

Essa diferença mostra a importância da participação de fazendeiros e instituições privadas na proteção ambiental do estado.

A COP15 reúne representantes de vários países para discutir a preservação de espécies migratórias e seus habitats.

Durante o evento, a ampliação de áreas protegidas deve ser um dos principais temas. Além do Pantanal, biomas como Caatinga e Pampa também aparecem como prioridade para novas ações de conservação.

A expectativa é que, ao final da conferência, sejam definidas novas metas e estratégias para ampliar a proteção ambiental no Brasil.

MS ganha visibilidade internacional com áreas particulares de conservação

A realização da COP15 em Campo Grande coloca Mato Grosso do Sul em destaque no cenário internacional.

O evento reúne cerca de 5 mil participantes de mais de 100 países, incluindo cientistas, governos, empresas e comunidades tradicionais.

A presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de autoridades reforça a importância do evento.

Para o governo estadual, a conferência é uma oportunidade de mostrar ações ambientais e fortalecer a imagem do estado como referência em conservação.

Com informações de Correio do Estado

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