Conferência na Colômbia discute menor uso de combustíveis fósseis

Foto: Canva

A redução do uso de combustíveis fósseis será o principal tema da 1ª Conferência Internacional sobre Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis, que acontece a partir desta semana em Santa Marta, na Colômbia. O evento reúne representantes de cerca de 60 países, além de governos locais, cientistas, organizações sociais e comunidades tradicionais.

O encontro busca construir caminhos para diminuir a dependência global de combustíveis fósseis, com foco na criação de estratégias que impulsionem a transição energética. A conferência é promovida pelos governos da Colômbia e da Holanda e pretende reunir contribuições para o chamado “Mapa do Caminho”.

A programação está organizada em três eixos principais: superação da dependência econômica dos combustíveis fósseis, transformação da oferta e da demanda energética e fortalecimento da cooperação internacional. A proposta é promover um debate amplo, sem caráter de negociação formal, mas com foco em soluções práticas.

A iniciativa está ligada às discussões iniciadas durante a COP30, realizada em 2025, quando diversos países passaram a apoiar a criação de uma estratégia global para reduzir o uso de combustíveis fósseis. A expectativa é que o documento final seja apresentado até a COP31, prevista para acontecer na Turquia.

Além dos governos, organizações sociais e especialistas destacam a importância do evento em um cenário de mudanças climáticas e pressões ambientais. O debate também envolve temas como a exploração de petróleo em áreas sensíveis, como a Amazônia, e seus possíveis impactos socioambientais.

A conferência também prevê a criação de uma coalizão de países interessados em avançar na transição energética, por meio da troca de experiências e políticas públicas voltadas à redução das emissões de gases de efeito estufa.

Com isso, a discussão sobre combustíveis fósseis ganha ainda mais relevância no cenário internacional, especialmente diante da necessidade de soluções sustentáveis para enfrentar os desafios climáticos e garantir segurança energética global.

Com informações de Agência Brasil

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