Cinco tendências (e desafios) da sustentabilidade para 2026

Depois de anos focados na criação de regras, métricas e projetos, 2026 será um ano decisivo para a agenda de sustentabilidade. Especialistas avaliam que o período colocará o ESG à prova, com maior cobrança por resultados concretos, cenário político mais tenso e investidores mais cautelosos.

Entre as principais tendências e desafios, estão:

1. ESG sob pressão por resultados reais
Empresas serão cada vez mais cobradas a provar impacto concreto, não apenas compromissos ou discursos. Indicadores claros e entregas mensuráveis passam a ser exigência básica.

2. Investidores mais seletivos
O capital tende a priorizar projetos sustentáveis com retorno financeiro claro e menor risco. Iniciativas pouco estruturadas devem perder espaço.

3. Regulamentações mais rígidas
Leis e normas ambientais e sociais avançam no Brasil e no exterior, exigindo adaptação rápida das empresas, especialmente em transparência, relatórios e rastreabilidade.

4. Eleições e instabilidade política
O calendário eleitoral pode influenciar políticas públicas e compromissos climáticos, criando incertezas e exigindo planejamento mais estratégico das empresas.

5. Combate ao greenwashing
A prática de divulgar ações sustentáveis sem impacto real será mais fiscalizada. Comunicação vazia pode gerar perda de reputação, multas e afastamento de investidores.

Para especialistas, 2026 marcará a transição do discurso para a entrega. A sustentabilidade deixa de ser diferencial e passa a ser critério básico de sobrevivência, competitividade e acesso a investimentos.

Com informações de capitalreset

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