A Prefeitura de Campo Grande e o Governo de Mato Grosso do Sul assinam nesta quarta-feira (9) a Ordem de Serviço para o início das obras de reordenamento viário no encontro das avenidas Euler de Azevedo e Tamandaré. O investimento será superior a R$ 2,4 milhões e a intervenção deve provocar mudanças na circulação de veículos em uma das áreas estratégicas de ligação entre diferentes regiões da Capital.
O cruzamento recebe diariamente um grande volume de veículos e é utilizado por moradores que precisam se deslocar entre as regiões do Segredo, Imbirussu e Centro. Segundo a Prefeitura, o objetivo das obras é melhorar a infraestrutura do trecho, reduzir pontos de conflito e proporcionar mais fluidez ao trânsito.
Para os campo-grandenses que passam diariamente pelo local, a principal expectativa é diminuir retenções e tornar os deslocamentos mais organizados. A intervenção também deve melhorar a segurança de motoristas e pedestres, especialmente em um trecho que concentra diferentes fluxos de veículos.
O que será feito no cruzamento
O projeto prevê uma série de intervenções na estrutura viária. Entre os serviços estão obras de drenagem, pavimentação e melhorias de acessibilidade, além de alterações no canteiro central e adequações nos retornos existentes na região.
Também será implantada nova sinalização horizontal e vertical ao longo do trecho. O sistema semafórico será implantado e modernizado para organizar melhor a circulação e reduzir os conflitos entre os veículos.
As mudanças podem ser percebidas principalmente nos horários de maior movimento, quando o volume de carros aumenta e os pontos de retenção tendem a comprometer o deslocamento.
A proposta é que a reorganização permita distribuir melhor o fluxo e facilitar a passagem de quem utiliza a Euler de Azevedo e a Tamandaré como caminho para o trabalho, estudos ou acesso a outras regiões da cidade.
Moradores de cinco bairros serão beneficiados
De acordo com a Prefeitura, as melhorias devem beneficiar diretamente moradores de Vila Nasser, Vila Nossa Senhora das Graças, Santa Luzia, Vila Sobrinho e São Francisco.
Para quem vive nessas regiões, uma intervenção no cruzamento pode representar uma melhoria não apenas no trânsito, mas também no acesso aos bairros. A pavimentação e a drenagem contribuem para melhorar as condições da via, enquanto as adequações de acessibilidade devem facilitar a circulação de pedestres.
A drenagem também tem papel importante durante os períodos de chuva. A melhoria do sistema de escoamento pode contribuir para evitar que a água se acumule sobre a pista e prejudique a circulação de veículos e pessoas.
Mudanças devem melhorar segurança
Outro ponto importante do projeto é a segurança viária. A Prefeitura afirma que a reorganização pretende reduzir pontos de conflito e aumentar a proteção de motoristas e pedestres.
A modernização da sinalização e dos semáforos deve ajudar a organizar os movimentos dos veículos, principalmente em um cruzamento que concentra diferentes sentidos de circulação.
Durante a execução das obras, no entanto, os motoristas que utilizam a região devem ficar atentos às possíveis alterações temporárias no trânsito. Como haverá intervenções de pavimentação, drenagem e mudanças estruturais, o fluxo poderá sofrer alterações ao longo do período de execução.
Por isso, quem passa diariamente pelo local deve acompanhar a sinalização instalada na região e, quando necessário, considerar rotas alternativas para evitar atrasos.
Obra é resultado de parceria entre Prefeitura e Estado
O reordenamento é realizado por meio de uma parceria entre o Executivo Municipal e o Governo de Mato Grosso do Sul, com participação técnica do Detran-MS e da Agetran.
A assinatura da Ordem de Serviço autoriza o início das intervenções no cruzamento. O investimento de mais de R$ 2,4 milhões será destinado às diferentes etapas do projeto, que envolvem desde melhorias estruturais até a reorganização do sistema de trânsito.
A expectativa é que, depois de concluídas, as intervenções tragam benefícios permanentes para uma das principais áreas de ligação entre bairros e a região central de Campo Grande.
Para os moradores, o impacto mais esperado é a redução dos congestionamentos e a melhora na segurança durante os deslocamentos. Já para quem utiliza o trecho apenas como passagem, a expectativa é de um trânsito mais organizado e com menos pontos de retenção.
A obra faz parte de ações voltadas à melhoria da mobilidade urbana de Campo Grande e busca adequar a infraestrutura ao volume de veículos que circula diariamente pela região.









